No metrô, estava sentada ao lado de uma mãe que tinha a sua filha no colo. A menina, Julia, talvez com 2 anos, olhou para mim e falou para a mãe: “Onde está a mãe dela?” E sem esperar a Julia mesma respondeu: “A mãe dela está no trabalho.”
(Minha mãe já é falecida). Saindo do metro falei um tchau para Julia que disse para a mãe: “Para onde ela vai?” e sem respirar respondeu a própria pergunta: “Para escola.”
Desse jeito Julia manifestou a realidade dela.
Olhando a foto, no pensamento sistêmico, poderíamos perguntar:
Qual é o objetivo do menino dar o coração à menina?
Objetivo tem!
Foi dele, da mãe, do pai ou da educadora?
Se for impulso do menino, qual será?
O que ele ou um adulto quis como reação da menina?
E na menina: o que significou o coração para ela?
Onde estamos na nossa realidade atuando no mundo, seja feliz ou com dificuldades?
Quais os objetivos que nos movimentam consciente ou inconscientemente?
Estando consciente daquilo que movimenta inconsciente, podemos testar algo diferente. Sem ter a consciência ficamos presos nos velhos padrões.
Consteladora: MARIA BEATRIZ SZILI