Depois que lemos suas palavras, repletas de sentimentos, pois das suas vivências assim nasceram, que há mais para acrescentar, quando procuramos “fórmulas”, “”ordens”, “regras”, “conhecimentos”, que de tanto “querer conhecer”, nos deixam entrever a fuga do ser, do que é aqui e agora!
Como diz Hellinger, a curiosidade excessiva é desreipeitosa! Que tanto há a conhecer, se nosso principal talento, está dentro de nós, só esperando acontecer?
A “beleza revelada” acontece para quem se deixa acalentar, no coração a afirmar, a grandeza da Vida, Ser único a manifestar, deixar-se viver, apenas e muito Ser, glória de quem pode perceber, que “amor” é apenas uma palavra, muito mal empregada;
Amor hoje se associa, a tantas idéias pré-concebidas, que prefiro a palavra afeto e respeito, que trazem consigo mais jeito, o lidar com a vida, com os outros e principalmente, consigo mesmo!
Amor – palavra construída, de uma época “romanesca” que tanto custou e ainda custa, preço que não há como pagar.
“Pagamento” inserido inconsequentemente, de “ordens” criadas pelos sujeitos do mundo, na ignorância do e de querer, que de tanto acontecer, se fortaleceram em egrégoras de sofrimento, morfogenéticas, em que, pela instância do poder, deixamos à “sombra”, e esquecemos que o que nos cabe …. é a beleza do viver?
É assim que consagro meu trabalho de consteladora, pois em cada alma que contato, percebo o anseio inato que permeia cada trabalho:
Como sempre, cabe ao cliente esse QUERER!
Não cabe ao constelador; não cabe ao psicoterapeuta.
Estipular “horas” de atendimento também mostram-se inócuas. O cliente foge quando prensado!
O que cabe?
Colocar o cliente “no colo”? NÃO!!!!!
Quando faz-se necessário, o bom psicoterapeuta percebe. Senão…dá-lhe um bom “chega prá lá”…e aí as coisas acontecem!
Leiam as palavras de Saramago AQUI !
Consteladora: MARIA BEATRIZ SZILI